Polícia Civil cumpre mandado de prisão preventiva contra investigado por descumprimento de medida protetiva e violência psicológica

DIA A DIA

Suspeito fazia transferências PIX de valores irrisórios para a ex-namorada como forma de manter contaTo, mesmo com ordem judicial determinando o afastamento

João Guilherme Lobasz/Governo do Tocantins

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 7ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (7ª DEAMV) de Miracema do Tocantins, cumpriu nesta sexta-feira, 13, um mandado de prisão preventiva contra um investigado de 25 anos, identificado pelas iniciais W.R.R.B., suspeito de descumprimento de medida protetiva e prática de violência psicológica no âmbito da violência doméstica.

Ao longo das investigações, a 7ª DEAMV instaurou dois inquéritos policiais a partir de denúncias feitas pela vítima, que relatou que o ex-namorado vinha desrespeitando decisão judicial que determinava o afastamento e a proibição de contato.

Conforme apurado pela Polícia Civil, o investigado teria encaminhado mais de 40 transferências via PIX à vítima, com valores irrisórios, com o objetivo de manter contato. Além disso, ele também teria enviado diversas mensagens por meio do aplicativo WhatsApp, utilizando números de telefone diferentes para tentar burlar a determinação judicial.

Diante da reiteração das condutas e do descumprimento das medidas impostas pela Justiça, foi representada pela prisão preventiva do investigado, a qual foi deferida pelo Poder Judiciário.

Na manhã desta sexta-feira, equipes da Polícia Civil deram cumprimento ao mandado de prisão na cidade de Palmas, conduzindo o investigado à unidade policial para os procedimentos legais cabíveis.

Segundo a delegada Ana Maria Varjal, responsável pelo caso, a atuação rápida da Polícia Civil é fundamental para garantir a proteção das vítimas e evitar a escalada da violência. “O descumprimento de medidas protetivas é uma conduta grave que não será tolerada. A Polícia Civil atua de forma firme para responsabilizar os autores e garantir que as vítimas tenham a proteção assegurada pela Justiça”, destacou.

A 7ª DEAMV reforça a importância de que mulheres que estejam sofrendo qualquer forma de violência procurem a Polícia Civil e registrem a denúncia. A colaboração da comunidade é fundamental para que as autoridades possam agir de forma rápida e, em conjunto com a rede de proteção, interromper o ciclo de violência.