Luana Nunes confirma pré-candidaturaa deputada federal e defende representatividade feminina na Câmara

ATUALIZAÇÕES

Luana se coloca como uma nova voz para representar, especialmente o
sul e sudeste do Tocantins, em Brasília

A médica e gestora Luana Nunes (UB) confirmou sua pré-candidatura a deputada federal pelo Tocantins. Sua trajetória é pautada pelo legado familiar, pela renovação política e pela ampliação da voz feminina no Congresso. Com vasta experiência na área da saúde e uma atuação próxima às bases, Luana surge como uma nova força para representar, especialmente, as regiões sul e sudeste do Estado, em Brasília.

Muito além da continuidade de um legado, Luana Nunes representa uma nova geração que transforma experiência em solução. Neta de Jacinto e Dolores Nunes e com trajetória ligada à história política de Gurupi ao lado de sua mãe e atual prefeita da cidade, Josi Nunes, Luana carrega a responsabilidade de dar sequência a um trabalho construído ao longo de décadas em defesa das famílias tocantinenses. “Eu cresci vendo de perto o que é cuidar de gente de verdade. Esse legado não é só político, é humano. E é isso que eu quero continuar fazendo, agora ampliando essa atuação para todo o Tocantins”, destaca.

A pré-candidatura nasce com o compromisso de fortalecer a representatividade feminina e regional, diante de um cenário em que o sul e sudeste do Estado ainda enfrentam a ausência de voz ativa na Câmara Federal. Luana também se apresenta como uma mulher que vive, na prática, as responsabilidades que defende. Mãe, profissional e gestora, ela constrói sua trajetória com base na experiência real, especialmente nas áreas de saúde e assistência social, defendendo políticas públicas que saiam do discurso e entreguem resultados concretos para a população.

Entre as principais bandeiras, estão o fortalecimento da saúde com foco na prevenção e acesso, a assistência social com dignidade e autonomia, e a reconstrução da representatividade do Tocantins no Congresso Nacional.

A pré-candidatura também dialoga diretamente com mulheres, famílias, profissionais da saúde, jovens e moradores das regiões sul e sudeste, que se sentem historicamente sub-representados.